Cultura de Ferraz une moda e protagonismo periférico em exposição Transmutações do Feminino: Raízes

Momento marca o início das ações do jubileu de 25 anos da Consciência Negra em Ferraz

 

O Centro Cultural Castelo Zenker foi tomado por fotografias e peças de arte feitas de material reciclado nesta sexta-feira (15) com a exposição Transmutações do Feminino: Raízes. A iniciativa marca o início das atividades que ocorrerão ao longo do ano em comemoração do jubileu de 25 anos da Consciência Negra em Ferraz.

A exposição realizada em parceria com a Casa de Cultura Raízes é uma mostra resultado de um ensaio fotográfico com quatorze mulheres moradoras da região, propondo um olhar sensível sobre identidade, pertencimento e transformação. O projeto desenvolveu consultoria de imagem, editorial de moda e rodas de conversas, fortalecendo vínculos e realizando troca de experiências.

“Hoje estamos completando a décima exposição aqui no Castelo. Eu olho essas fotos e não vejo apenas fotografias, mas sim histórias. Nós que estamos aqui há muito tempo sabemos que por trás existem vivências de mulheres guerreiras e batalhadoras”, relatou a secretária de Cultura e Turismo, Ana Rosa Augusto.

Segundo a curadora da exposição, Talita de Lira, ao longo de cada traço fotografado, percebem-se mudanças significativas na autoestima dessas mulheres. “Através dos relatos das mulheres que participaram da consultoria de imagem, percebemos transformações profundas na autoestima, no reconhecimento de si e na confiança em suas próprias escolhas. Um poder que é, por si só, revolucionário.” ressalta.

Não apenas fotografias, a exposição também conta com peças de artesanato com material reciclado feitas pela artesã ferrazense, Inês Campolina. “Se vocês soubessem o tanto de coisas que podemos fazer com as coisas que descartamos. Nas mãos certas, o lixo vira luxo”, argumentou.

O evento contou com a presença da secretária de Cultura Ana Rosa Augusto, da representante do Coletivo Transmutações do Feminino, Talita de Lira, da presidente da Casa Cultura Raízes, Juliana Delfino, e do presidente do Conselho de Promoção e Igualdade Racial (COMPIR), Reginaldo Gonçalves.

Além disso, a cantora Silvia Maria agitou a celebração, cantando clássicos como “Sarara Crioulo”, de Sandra de Sá, “Sina”, do cantor Djavan, e “Não deixe o samba morrer”, da sambista Alcione.

A exposição vai de 15 de maio a 21 de junho no Centro Cultural Castelo Zenker e depois também estará ocorrendo do dia 01 a 30 de julho na Casa de Cultura Raízes.

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